Notícia no detalhe
Semana do Folclore: Bois de Acesso abrem desfiles neste domingo
Foi aberto na tarde deste domingo (24) o terceiro e último dia da III Semana do Folclore com os desfiles dos bois pintadinhos do Grupo de Acesso. O evento, que está sendo realizado no Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop), continua atraindo crianças, jovens, adultos e idosos que não dispensam em se divertir com os desfiles dos bois pintadinhos.
O primeiro boi a desfilar foi o Boi do Canto, do Parque Nova Brasília, que levou para avenida o tema “Boi do Canto no folclore popular apresenta: Capim Angu da Estação ao boulevard delícias que satisfazem seu paladar”. A agremiação folclórica exaltou a culinária do amigo Capim, um empreendedor de 36 anos de tradição com suas comidas caseiras. Destaques para as alas dos caldos, com mocotó, angu a baiana e caldo verde. O público também teve a oportunidade de ver que uma das grandes paixões de Capim foi o futebol.
Em seguida desfilou o Boi Zangado, com o tema “Festa na roça de Santo Amaro”. O boi mostrou a grande festa de Santo Amaro, na Baixada Campista, cuja data é comemorada no dia 15 de janeiro. Na comissão de frente, mouros e cristãos travaram mais uma batalha. A bateria representou a banda musical. Também passaram pela avenida as danças nordestinas e a romaria, que é bastante comum durante os festeiros do padroeiro da Baixada Campista.
O terceiro a desfilar foi o Boi Dende. A agremiação folclórica mostrou que todos devem respeitar a diversidade brasileira, principalmente quando se trata dos primeiros habitantes do Brasil: os indígenas, tendo como principais atividades a pesca, a caça e a dança, considerada uma riqueza cultural. Destaque para o Cacique e a Índia Jandira. Os ritmistas fizeram uma festa na aldeia e encantaram o público nas arquibancadas.
Em seguida foi a vez do Boi Guloso, que homenageou a trajetória de vida e trabalho de Rubens Ailton, o Rubinho Ferroviário, com o tema “Uma história que reluz como ouro e caminha sob trilho, Rubinho Ferroviário”. A agremiação mostrou que Rubinho construiu um apogeu no carnaval de Campos, passando por várias agremiações carnavalescas e se consagrou no bloco de coração Os Psicodélicos. A última ala veio nas cores vermelha e preta, representando o Flamengo, time de paixão de Rubinho.
E encerrando os desfiles do Grupo de Acesso entrou no Cepop o Boi Arrastão, que mostrou na avenida o tema “No mês do folclore Boi Arrastão vem pintando o sete”, que girou em torno do ditado popular “Pintando o Sete”. E foi com este dito popular que a agremiação provocou um misto de folclore através das figuras centrais do folguedo, entre elas o Bumba meu Boi. Destaque para a ala das mulinhas folclóricas.
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