Notícia no detalhe
Campos: segunda cidade em empregabilidade no RJ e 15ª no país
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, Campos é a segunda cidade em empregabilidade no Estado do Rio, ficando à frente de Nova Iguaçu, São João de Meriti e Macaé, e 15ª no país. A reboque das demandas do desenvolvimento, a cidade experimenta um “boom” imobiliário para abrigar o grande número de pessoas atraídas pelas oportunidades de emprego e estudo. Eles chegam até do exterior para trabalhar na região, morar e para estudar, graças ao Polo de Ensino Técnico Profissionalizante, e ao Polo Universitário de Ensino Superior, um dos mais bem conceituados do Brasil. O resultado mostra que, enquanto o país sofre uma desaceleração pelo quarto mês consecutivo no setor, o município caminha a passos largos neste sentido.
A Secretaria de Trabalho e Renda de Campos tem amplo programa de Qualificação Profissional, com bolsas de até 100%, além de um Balcão de Emprego que oferece uma média de 1.500 vagas de empregos/dia, em várias áreas. “Essa procura se deve ao crescimento econômico do município. Muitas empresas de fora têm se instalado aqui. O Balcão se transformou em referência em virtude da credibilidade junto ao empregador e de quem busca espaço no mercado de trabalho. Temos feito o elo entre empregado e empregador e o resultado tem sido positivo. Além disso, temos oferecido qualificação atendendo as demandas do mercado”, diz a secretária, Joilza Rangel.
De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, há dois anos Campos figura em primeiro e segundo lugares no ranking estadual de empregabilidade. Em maio e junho, o nome da cidade continua em alta. Em junho, Campos gerou 1.402 novas vagas de emprego com carteira assinada, o dobro que Macaé, que gerou 632, o terceiro no ranking.
- Vivemos um momento de pleno desenvolvimento com a construção do complexo Farol-Barra do Furado e do Porto do Açu. Aliado a isso, recebemos um shopping que, em pouco tempo, já se expandiu e estamos com vários hotéis sendo construídos. Tudo isso forma uma cadeia, incluindo os setores da construção civil e da indústria cerâmica, que movimenta a economia e gera emprego – informou o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Wainer Teixeira.
Alguns trabalham em cidades da região, como Quissamã, São João da Barra e Macaé, mas optam por morar em Campos por causa da estrutura, opções para lazer, saúde e educação dos filhos. Estes profissionais, mais uma gama de empresários, professores universitários, gerentes de bancos e profissionais liberais estão no rol da clientela que compram apartamentos de R$ 150 mil até R$ 1,5 milhão, numa escala crescente, que segundo projeções do setor imobiliário, terá crescimento vertical pelos próximos 20 anos.
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