Notícia no detalhe
Saindo do risco de vida para o Morar Feliz do Parque Aldeia
A casa praticamente sem alicerce entre o Rio Paraíba do Sul e o trecho da BR-356 (Campos Itaperuna), no Parque Aldeia, já faz parte do passado do aposentado Joci Barros, 85 anos. Ele é um dos moradores que, nesta sexta-feira (04), estão mudando para o conjunto habitacional do Programa Morar Feliz no Parque Aldeia. Ao todo, 46 mudanças estão programadas para o dia pela secretaria municipal de Defesa Civil.
Com apoio de profissionais da secretaria municipal de Família e Assistência Social, que realiza o cadastro das famílias, a equipe da Defesa Civil conta com auxílio de 14 caminhões no trabalho de retirada das famílias do local. A demolição dos imóveis desocupados deve ser iniciada na próxima semana.
- Durante 10 anos, eu não vivi tranquilo. Era o risco do rio levar minha casa, a rodovia com muito movimento de veículos e a casa cedendo e rachando. Sempre tive vontade de sair da casa, mas não tinha condições. Sou aposentado e vivo com um salário mínimo - relatou Joci.
Vizinha de Joci, a pensionista Mariana Lessa Mendes, 70, também convivia com o medo. Mesmo tendo a segurança nos fundos da casa, em que um muro servia de dique para o rio, era de frente de casa que vinha o perigo segundo ela. “Eu via os acidentes acontecendo e ficava com medo de um caminhão desses que passa por aqui invadir minha casa. Ainda, mesmo não entrando água na minha casa quando o nível do rio subia, eu fiquei ilhada quando uma barragem rompeu. Estou muito satisfeita com a casa nova e espero que Jesus abençoe minha nova vida”, desejou Mariana.
Na casa nova, a família de Vanusa Lessa Mendes Batista, 35, era uma das que, pela manhã, já ocupava uma das casas do Morar Feliz do Parque Aldeia. Acompanhada do esposo, o jardineiro Sílvio Tavares Batista, 42, e da filha Ingrid Mendes Batista, 16, a dona de casa se preparava para arrumar o imóvel que será o novo endereço da família. “Estou satisfeita com a casa nova”.
De acordo com o subsecretário municipal de Defesa Civil, Édison Pessanha, todas as famílias do local, compreendido entre a rodovia BR-356 (Campos-Itaperuna) e o Rio Paraíba do Sul, serão retiradas. “Além do risco de acidentes por estarem à margem de uma rodovia de fluxo intenso de veículos pesados, eles convivem com abalos na estrutura dos imóveis devido à proximidade com o rio. Existem casas com rachaduras, cedendo”, afirmou o subsecretário.
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