Notícia no detalhe
Programa de anemia falciforme aberto nesta sexta no HGG
O Secretário Municipal de Saúde, Paulo Hirano, vai lançar nesta sexta-feira (26) o programa de atendimento a pacientes com anemia falciforme, que funcionará no Hospital Geral de Guarus (HGG). A cerimônia tem início previsto para as 9h, no auditório multimídia da unidade de saúde com a participação do Superintendente de Saúde Coletiva, Charbell Kury, e de uma equipe do Hemorio. O atendimento no HGG é considerado o maior do interior do estado do Rio de Janeiro e chegou a empolgar a direção do Hemorio. A especialidade vai disponibilizar à população de Campos e do Norte e Noroeste Fluminense toda a infraestrutura necessária para o atendimento a falciforme, como sala de vacinação, consultório de odontologia, laboratório especializado, liberação de medicamentos, exames, consultas, psicólogos e assistentes sociais.
De acordo com Superintendente de Saúde Coletiva, o programa montado no HGG conta com um alto nível de qualidade. “Conseguimos montar um programa com o mais alto nível de qualidade. Tanto é que o pessoal do Hemorio ficou bastante empolgado”, destacou Charbell. A reimplantação do programa de anemia falciforme no município se deve a um Termo de Cooperação Técnica assinado em 19 de maio deste ano, no HGG, pelo diretor do hospital, Edson Batista, Paulo Hirano e Charbell. Segundo a coordenação do ambulatório, as consultas serão às segundas, terças e quartas-feiras, e a marcação é diária. “É um atendimento especializado e muito importante para o município, mas também para a região”, destacou o diretor do HGG. “Estamos construindo uma saúde mais eficaz”, disse o secretário de Saúde.
A anemia falciforme é uma doença hereditária caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue, tornando-os parecidos com uma foice, daí o nome. Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente, causando anemia. A hemoglobina, que transporta o oxigênio e dá cor aos glóbulos vermelhos, é essencial para a saúde dos órgãos do corpo. Essa condição é mais comum em indivíduos negros. O estado do Rio de Janeiro é o segundo do Brasil com maior incidência da doença, o primeiro é a Bahia. No Brasil, em torno de 3,5 mil crianças nascem a cada ano com anemia falciforme, segundo o Ministério da Saúde, mas o número de pessoas que não têm sintomas, mas carregam o gene da doença, é ainda maior. A incidência no país chega a ser superior se comparada a doenças como a aids e a dengue.
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