Notícia no detalhe
Reunião convoca produtores rurais informais para aderir ao Serviço de Inspeção Municipal
Para que produtores rurais informais possam legalizar seus produtos, principalmente, o queijo, fazendo com que suas mercadorias possam ser distribuídas no comércio do município, a Superintendência de Agricultura e Pecuária realizou esta semana uma reunião na sede da prefeitura. Para isso, a prefeitura disponibiliza o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), que consiste na inspeção de produtos de origem animal produzidos no município, a fim de garantir a qualidade. Os produtores inspecionados e aprovados recebem o selo de garantia, possibilitando que os produtores se qualifiquem a oferecer seus produtos no mercado.
A Superintendência recebeu determinação do Ministério Público, mencionando que os produtos de origem animal para comercialização no município, só poderiam se dar com o SIM. Com essa determinação, os produtores mais atingidos seriam os produtores de queijo, uma vez que a superintendência, através dos Programas Mais Frango e Mais Leite, já incentivava a legalização de outros tipos de produções.
- Não podemos deixar que o produtor rural de Campos sofra por falta de conhecimento de boas práticas e por falta de selo de garantia, impedindo-o de comercializar seus produtos no município. Estamos sempre buscando caminhos para fazer com que o produtor cresça e se torne um empresário independente - disse o superintendente Eduardo Crespo.
O encontro foi conduzido pelo superintendente com ajuda da equipe de veterinária da Superintendência de Agricultura e teve participação da veterinária e mestre em Ciências Animais, Vera Cardoso de Melo, que apresentou a proposta do programa Queijeiro Legal, que seria uma oficina de três módulos para os produtores de queijo em parceria com o Sebrae, a ser realizada em pontos estratégicos do município nomeados de ADRs.
Nessa capacitação, o primeiro módulo orientaria sobre infraestrutura e layout, o segundo módulo sobre melhorias no processo produtivo, boas práticas, treinamento em campo e aproveitamento de outros itens do queijo, como o soro, o terceiro e ultimo módulo abordaria as normas obrigatórias da ANVISA e do Ministério da saúde e todo o processo para obter o SIM.
Num segundo momento, seriam inseridas as clínicas de queijo, que nada mais são do que uma consultoria técnica individual em cada propriedade custeada 20% pelo produtor e 80% pelo SEBRAE. O grau de interesse dos produtores pelo programa foi grande, contando com número acima 25 pré-inscritos na reunião.
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