Notícia no detalhe
Avanços com investimentos dos royalties na imunização
A Prefeita Rosinha Garotinho contou que, ao implantar a vacina contra a catapora no calendário municipal, ela reforça o programa de imunização, implantado no município. “A imunização é um compromisso de governo com as crianças e adolescentes para a prevenção de doenças nas gerações futuras. Nossa meta é imunizar todas as crianças contra a catapora, vacinando 15 mil crianças por ano. É um investimento em saúde, porque o município paga R$ 60 por cada dose, sendo que, na rede privada, a vacina custa cerca de R$ 120, mas o governo reduz gasto com a medida, considerando que, com uma internação, se gasta R$ 500. No entanto, com essa questão dos royalties, só conseguimos lançar a vacina hoje, porque já havíamos comprado 17 mil doses”, falou a prefeita.
Rosinha Garotinho falou de outras vacinas disponibilizadas, primeiramente por Campos. Lembrou da Prevenar, que reduziu em 40% a mortalidade infantil e, ainda, a redução do número de internações, com a imunização de mais de 20 mil crianças. A vacina custa cerca de R$ 300 em clínicas particulares.
- Depois foi a vacina contra o HPV, que já beneficiou mais de 17 mil meninas de 11 a 15 anos de doenças como câncer de colo de útero. Contra a Heptatite A, mais de 15 mil crianças foram vacinadas. Em Campos tivemos um surto de catapora em 2009, com 200 internações e um óbito. No ano seguinte, iniciamos a vacinação em creches para um bloqueio da doença e, já em 2011, registramos uma queda de 50% no número de casos, chegando a 70% ano passado e sem nenhum surto da doença. Estamos longe da perfeição, mas trabalhamos para melhorar sempre e com os recursos dos roylties registramos, conforme dados do Ministério da Saúde, grandes avanços na área, atendendo, inclusive, a demandas de vários municípios vizinhos – concluiu a prefeita.
O infectologia da UFRJ, Edimílson Migowski, falou que torce para que Campos não perca os recursos dos royalties: “O município tem o melhor calendário de vacinação pública do mundo. Nenhum governo, de nenhuma cidade, estado ou país, disponibiliza gratuitamente tantas vacinas importantes e caras. A catapora, por exemplo, há uma estimativa de seis mil casos por ano em Campos. Florianópolis, São José dos Pinhais, Araucária já dosponibilizam essa vacina, mas não outras como a HPV, que é cara e foi iniciada primeiramente aqui, ou a Hepatite A, que pode causar mortes fulminantes. Verificamos que a população não está acostumada a recorrer à rede paticular para se vacinar e, torço para que Campos não perca os royalties para não perder esse calendário vacinal que visa mais do que à saúde pública, com a disponibilização apenas das vacinas ofertadas pelo calendário nacional de imunização; visa à saúde do indivíduo, ofertando vainas importantes a que muitos não teriam acesso”, enfatizou o especialista.
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