Notícia no detalhe
Jorge Amado por completo na Bienal do Livro
Neste sábado (24), no Espaço Jovem do Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop), na 7ª Bienal do Livro de Campos, promovida pela Prefeitura de Campos, foi realizada a mesa em homenagem a Jorge Amado, com a participação do teórico da Comunicação, Muniz Sodré; e do cineasta Bruno Barreto, com mediação do jornalista e escritor Mauro Ventura, um dos finalistas do prêmio Jabuti com o livro "O espetáculo mais triste da terra" sobre a tragédia do Gran Circo Norte Americano. Na oportunidade, cada convidado mostrou sua visão pessoal sobre Jorge Amado.
Muniz Sodré disse que Jorge Amado é o único romancista brasileiro a criar em seu texto a ideia de povo nacional. “Jorge Amado é o escritor que trouxe a ideia de povo como princípio, ideologia e um conjunto de significados. Que foi buscar na gente negra da Bahia e nos cultos religiosos a ideia de povo miscigenado. Jorge Amado é universal. O escritor brasileiro que mais vende livro no mundo depois de Paulo Coelho é Jorge Amado”, informou o teórico da Comunicação.
- Jorge Amado é, juntamente com Lima Barreto e o cronista João do Rio, o escritor que mais traz a luz às dificuldades do universo heterogêneo do povo brasileiro. Jorge Amado é, antes de mais nada, um grande contador de histórias. Jorge frequentava as rodas de capoeira, os terreiros de candomblé. Ele foi um ardente defensor do que ele chamava de religiosidade popular. A emenda pela liberdade de religião que está na Constituição até hoje foi apresentada por Jorge Amado em 1946 - informou Muniz Sodré. que se mostrou encantado com a estrutura da Bienal.
Fábio Barreto falou da dificuldade que foi para ele adaptar Dona Flor e Seus Dois Maridos para o cinema, filme que tem até hoje uma das maiores bilheterias do cinema brasileiro. “Ele me deu liberdade para mudar o final, que no livro tinha uma guerra de anjos e eu criei a cena da Dona Flor saindo da Igreja, que percorreu o mundo. Dona Flor é sucesso na Argentina, nos Estados Unidos e na Itália, entre outros países”, disse Bruno Barreto, informando ainda que o seu próximo projeto é um filme sobre o personagem "Clô", interpretado por Marcelo Serrado na novela "Fina Estampa". Ele adiantou que pretende ainda filmar "Seara Vermelha", seu livro preferido de Jorge Amado. Bruno Barreto, que conheceu, na passagem pela região, Atafona, ficou encantado com a praia sanjoanense e com a cidade planície, banhada pelo Rio Paraíba; e disse que a região merece um filme.
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