Notícia no detalhe
São José Operário com atendimento cada vez mais ampliado
A partir do momento em que é detectada cegueira parcial ou total numa determinada pessoa, nos primeiros anos de vida, ela já pode ser encaminhada aos cuidados de profissionais do Educandário São José Operário, que conta com as ferramentas para que todos sejam cidadãos, independente das diferenças. São desenvolvidas no local, 32 atividades diferentes, incluindo a prática de equoterapia, referência no Norte e Noroeste Fluminense, assim como o tratamento desenvolvido com os portadores da cegueira. A instituição sobrevive graças à renda do Fundo Municipal de Assistência Social e, em 3,6 anos, já recebeu o equivalente a R$ 1,6 milhão.
O número de atendidos no local chega a 220 pessoas, sendo deficientes visuais, já que a entidade possui todo o aparato para a socialização destes, como alunos portadores de múltiplas necessidades especiais. O local possui, entre outras práticas, a Orientação e Mobilidade (OM), Processo Educativo para uma vida independente (Pevi), equoterapia, informática, aula de cerâmica, arte terapia, reforço escolar, aprendizado de escrita cursiva, estimulação precoce, aula de dança e dramatização e atividades desenvolvidas na horta e jardim sensorial.
Além das atividades desenvolvidas na entidade, há os cursos de capacitação para a inserção do aluno no mercado de trabalho. A presidente do Educandário São José Operário, Cristina Salgado, explica que na última capacitação, que foi o curso de Câmara Escura, onde é ensinado a revelar Raio X, 22 alunos se formaram e hoje trabalham em locais como no Hospital São José, Hospital Geral de Guarus (HGG) e Hospital Ferreira Machado (HFM). Outro curso de inserção dos atendidos no mercado de trabalho é o técnico de Massoterapia. Quase 40 alunos portadores de deficiência visual estão matriculados e, além desta prática, farão uma complementação para a inserção no mercado de trabalho.
- Nosso intuito é buscar ainda mais pessoas que não conhecem nosso trabalho para que sejam atendidas e suas vidas facilitadas. Aqui as pessoas podem receber todo o aparato para a socialização, além de serem beneficiadas com o tratamento precoce, caso haja perda parcial da visão, aprendendo a lidar com as possíveis dificuldades. Nosso intuito, além de tudo, é formar cidadãos e ensinar a lidarem melhor com a aparente dificuldade desenvolvida pela perda visual, além de cuidar para que sejam inseridos no mercado de trabalho - destaca.
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