Notícia no detalhe
Arquivo Público há 11 anos preservando a memória de Campos
Na comemoração do aniversário de 11 anos do Arquivo Público Municipal Waldir Pinto de Carvalho, o diretor da instituição, o museólogo, professor da Uenf, Carlos Freitas, destacou a realização de projetos, como o “Espaço Memória da Baixada”, voltado para toda a cultura e memória da Baixada, com a realização de Cafés Literários, Rodas de Leitura e divulgação de fotos antigas; e o Projeto Memória do Solar, que está preservando, com gravações em áudio, a história oral dos antigos moradores e pessoas que já trabalharam no Solar do Colégio.
Freitas também anunciou um novo projeto inter-institucional, financiado pelo CNPQ, de escavação da área do Solar, para encontrar material arqueológico da área de Senzala. Ele também confirmou a publicação, em parceria com a Fundação Municipal Zumbi dos Palmares, da primeira edição de livro do Projeto Olhares, que vai abordar vários aspectos da escravidão na região, uma pesquisa grande que vai mostrar como o escravo era visto pela sociedade, com base no Livro de Posturas da Vila de São Salvador, editado em 1829 e que está disponível para pesquisa no Arquivo Público Municipal.
O secretário municipal de Cultura, mestre em Comunicação, Orávio de Campos Soares, reconheceu o belo trabalho que vem sendo desenvolvido no Arquivo e, também, destacou que é preciso projetar o Arquivo para o futuro. “O Arquivo não deve servir, apenas, ao pesquisador mas, também, à sociedade em geral, por isso, no futuro, a expectativa é de que o acervo seja digitalizado”, destacou Orávio.
Nascido e criado no Solar do Colégio, Seu Geraldo Gomes Rangel, conhecido como Geraldo Anjinho, de 71 anos, foi batizado pelo padre Jorge Vonleto em 1948 na Igreja de Santo Inácio de Loyola. Ele fala com emoção dos momentos que viveu na Fazenda do Colégio. “Nasci e morei até os 11 anos na Fazenda do Colégio. Minha família toda é daqui, pai mãe. E fico satisfeito de ver esse prédio conservado. Orávio foi um dos grandes baluartes para a reforma dele. Quando Brizola era governador, Darcy Ribeiro esteve aqui, conheceu o Solar e ficou encantado. Começou a reforma do prédio, que hoje abriga o Arquivo”, lembrou Seu Geraldo, que também é diretor da Casa Cultura José Cândido de Carvalho, em Goitacazes.
No encerramento do evento, foi servida uma feijoada completa e houve uma apresentação de fado do Grupo “Raízes do Colégio”, que cantou músicas típicas originárias da África e canções da Folia de Reis. O “Raízes do Colégio” é um grupo tradicional de Goitacazes, que vem passando a cultura do fado, originário da África, há mais de 50 anos. O evento teve a presença da vereadora Odisséia Carvalho.
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