Superintendência reformula teste de memória para idosos
Criado em 2017, projeto já realizou mais de 5,3 mil atendimentos e foi eleito pela Fundação Oswaldo Cruz, como experiência exitosa na gestão da Saúde para o envelhecimento saudável e ativo.
A superintendente do Envelhecimento Saudável e Ativo, Heloísa Landim, esteve reunida recentemente com o professor e doutor em Neurociências Maurício Calomeni e a psicóloga da Casa de Convivência do Parque Tamandaré Feliciana Faria. O objetivo do encontro foi alinhar a gestão do conhecimento dos testes de fragilidade da memória, projeto embrionário na Casa do Parque Tamandaré desde o ano passado, quando foram realizados 5.395 atendimentos.
A ação faz parte da Rede de Proteção ao Envelhecimento Saudável e Ativo e, no ano passado, o projeto foi eleito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), como experiência exitosa na gestão da Saúde para o envelhecimento saudável e ativo (Leia
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— Os resultados atuais dos testes de memória estão abaixo do aceitável. Durante a conversa, concluímos que os idosos precisam de atividades para dinamizar e inovar as práticas aplicadas nas Casas, como por exemplo, um circuito de ações — disse Heloísa.
O objetivo do programa, ainda de acordo com a superintendente, é levar o projeto para todas as Casas de Convivência do município, com nível de excelência.
— No próximo dia 13 vamos apresentar um cronograma executivo para os programas com exibição de filmes, palestras, cinemateca, contação de história e atividades corporais. Além disso, os colaboradores das Casas de Convivência passarão por uma capacitação através dos Institutos Superiores de Ensino do Censa (Isecensa) — destacou Heloísa Landim.
Para o coordenador da Casa de Convivência do Parque Tamandaré, Oresten Júnior, os testes são uma nova leitura do envelhecimento saudável onde os idosos participam da construção das dinâmicas para não cair na rotina. “Cada encontro é uma descoberta de atividades”, frisou.