Notícia no detalhe
Brasil e África na 6ª Bienal do Livro
A ficção contemporânea: conexão Brasil-África. Esse foi o tema da palestra do escritor Sérgio Sant`Anna e do também escritor angolano, Ondjaki, na sexta-feira (05), dentro do espaço Café Literário na 6ª Bienal do Livro de Campos, que se estende até dia 14. As 150 senhas distribuídas para a palestra – esta é a capacidade do espaço – foi pouca para a quantidade de pessoas que queriam participar da mesa redonda, mediada pela professora de literatura, Suzana Vargas.
Os dois autores escrevem contos e romances e, a partir daí, surgiu a pergunta que causou uma certa polêmica: “Onde termina um conto e começa um romance”. A opinião de Sant`Anna se parece com a de Ondjaki.
Para Sant`Annna, o romance é um gênero que se expande por múltiplos pontos de vista, embora nada, sem sua opinião, seja verdade absoluta. Neste caso ele cita Guimarães Rosa, que conta que o “Grande serão veredas” começou como um conto e se transformou em romance.
Ondjaki explica que “sente” quando vai escrever um conto e quando pára para isso, tem tudo mais ou menos planejado em sua cabeça. No entanto, nada impede deste ser transformado em um romance. “Não tenho muito essa preocupação”, diz.
Outro ponto comum dos escritores é sobre a estrutura, programação e localização da 6ª Bienal do Livro. Segundo eles, não poderia ser melhor. “Vocês podem ver. A bienal reúne o melhor, até meu amigo Mia Couto estará aqui”, analisa Ondjaki.
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