Notícia no detalhe
Campos é referência estadual na destinação de resíduos sólidos
Campos é referência em todo estado do Rio de Janeiro na aplicação da lei que obriga os municípios a estabelecer política pública para a destinação adequada dos resíduos sólidos. Esta constatação foi ratificada durante a participação de Campos no XIII Encontro Verde das Américas no final de maio, e também durante o encontro de representantes de Prefeituras pelo Pacto Regional para destinação dos Resíduos Sólidos, realizado em Macaé.
Os prefeitos e representantes de prefeituras presentes, como Niterói, ficaram surpresos durante a exposição sobre os avanços de Campos apresentados pelo diretor de Energias Alternativas e Inovação Tecnológica, Maurício do Vale, e pelo subsecretário de Limpeza Pública, Praças e Jardins, Carlos Morales.
Até dezembro de 2013, o Programa de Coleta Seletiva, implantado em Campos, recolhia a média de 8 toneladas/mês de materiais recicláveis. Agora, em 2014, com o implemento das políticas públicas, com ampliação da coleta seletiva para diversos bairros, condomínios, escolas, shoppings, e o trabalho de conscientização personalizado, feito por equipe treinada, mais reforço na frota de veículos da coleta seletiva, e instalação das primeiras lixeiras subterrâneas, o volume de resíduos sólidos (lixo seco) saltou para 130 toneladas durante o mês de junho.
- Realmente Campos está à frente de todas as cidades do estado do Rio de Janeiro na aplicação de políticas públicas para destinação de todo lixo reciclável, em cumprimento à chamada Lei dos Resíduos Sólidos. Nenhuma outra cidade do estado, a não ser a capital, recolhe um volume tão elevado de materiais reciclados pelo serviço público, sem prejuízo da coleta convencional. Instalamos as primeiras lixeiras subterrâneas na Praça Batalhão Tiradentes e estaremos instalando mais 14 na área Central – destacou Morales.
Nas duas primeiras lixeiras foram recolhidos nos primeiros 30 dias de fase experimental, 400 quilos de lixo reciclável e pouco mais de 600 quilos do lixo úmido, que tem na maior parte material orgânico, como restos de alimentos. No Brasil, apenas São Paulo tem este sistema consolidado, e o Rio de Janeiro, implantado recentemente. A terceira cidade do Brasil é Campos. “Isso representa uma economia importante, porque implica no número de veículos na coleta, reduz o número de sacos de lixo nas calçadas, elimina o mau cheiro, moscas e apresenta melhor aspecto nas ruas”, destaca o subsecretário de Limpeza Pública, Praças e Jardins.
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