Notícia no detalhe
Procon de olho nos altos preços cobrados aos veranistas da região
Apesar de ainda estar no início da temporada de verão, os consumidores já se mostram indignados com a alta dos preços praticados nas praias da região. Conforme levantamento do órgão, vários itens estão subindo bem acima da infração. Isso ocorre, na visão dos comerciantes, da grande procura, em virtude do forte calor que atinge a região há mais de vinte dias.
De acordo com a secretária executiva do Procon, Rosangela Tavares, esse comportamento dos preços, apesar de legal, interfere nas economia das famílias. “Algumas famílias se programaram para ter um gasto nesse verão e, provavelmente, terão esse orçamento extrapolado. O órgão tem feito incursões permanentes na praia do Farol, mas se a demanda continuar firme, vai ser difícil haver uma redução. Orientamos aos consumidores para que procurem abastecer suas residências e evitem, ao máximo, o consumo na praia. Só com essa medida, poderá haver uma retração na demanda e a consequente diminuição dos preços”, destaca Rosangela Tavares.
Os técnicos do Procon esclarecem que os preços não são tabelados, mas que não pode haver abusos. No caso das praias da região, ainda não está comprovado, visto que alguns itens já estão chegando aos fornecedores com aumento, como é o caso da água de coco, que passou para o consumidor de R$ 2,00 para R$ 4,00, mas, ficou comprovado que o preço já sai das propriedades rurais com aumento significativo, e os comerciantes estão repassando esse aumento.
Os fiscais do órgão campista estão atentos à formação de cartel. “O que não pode ocorrer é a combinação dos fornecedores em praticarem um mesmo preço (cartel). Essa prática fere o código de defesa do consumidor e, se ficar comprovada, eles ficam sujeitos ao pagamento de multa, com agravantes. Estamos acompanhando pessoalmente esse trabalho e vamos punir os fornecedores que não respeitarem nossa orientação”, finaliza Rosangela Tavares. O órgão municipal de defesa do consumidor distribuiu previamente uma tabela com os preços dos itens mais usados e, agora, vai cobrar a exposição desses preços.
Os moradores e veranistas que desejarem fazer denúncias ou reclamações devem se dirigir ao estande da Secretaria de Meio Ambiente, onde está instalado um posto avançado do Procon. Além desse fiscal de plantão, o órgão envia semanalmente uma equipe para realizar uma inspeção mais rigorosa nos estabelecimentos situados na praia.
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