Notícia no detalhe
Bienal: 110 mil pessoas e R$ 8,5 milhões em livros vendidos
Cento e dez mil pessoas passaram pela 7ª Bienal do Livro de Campos - Leitura que muda o mundo - durante os 10 dias de evento, quando foram movimentados R$ 8,5 milhões em vendas de livros. O público pode desfrutar de uma variada programação realizada em uma estrutura de 4 mil metros quadrados no Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop) em ambiente coberto e climatizado. A Prefeita Rosinha Garotinho destacou a presença do público nos dez dias da Bienal e adiantou que a próxima edição fará uma homenagem ao centenário de José Candido de Carvalho, escritor campista, autor de "O coronel e o lobisomem”.
Na programação, grandes nomes da literatura como Affonso Romano de Sant Anna, Marina Colasanti, Frei Betto, Ziraldo, Muniz Sodré, Antônio Carlos Secchin e da música como Elba Ramalho, Gilberto Gil, Rildo Hora, entre outros. A edição deste ano da bienal homenageou o centenário de Jorge Amado e Luiz Gonzaga, além de Alberto Lamego, Osório Peixoto e os 90 anos da Antropofagia.
Entre os temas em destaque nas mesas de debate, estavam literatura de casal, religiosidade, sexo, traição, Copa do Mundo, Modernismo, código florestal, poesia, samba, cinema, música e dança. Além das várias opções de leitura presentes em 55 estandes de editoras e livrarias, o público pode se deliciar nas mesas de debate e, em alguns dias, eventos paralelo aconteciam no Espaço Jovem, Café e Botequim Literário.
- A edição deste ano mostrou o crescimento do interesse de todos pela Bienal e isso foi comprovado com a presença do público e do movimento nas vendas de livros, que foi maior se comparada à edição anterior. Nosso pensamento já está direcionado para a próxima edição, que deverá ser ainda melhor – afirmou a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro.
Patrícia falou, ainda, que o evento superou todas as expectativas. “A Bienal foi um sucesso. Além do grande público que compareceu, superamos as expectativas de vendas de livros. Pudemos observar que as pessoas que foram ao Cepop queriam, de alguma forma, consumir cultura, seja através das diversas mesas ou na compra de livros. Prova disso é que a venda foi maior em relação à bienal de 2010”, frisa Patrícia.
Para a curadora da Bienal, Suzana Vargas, que pela segunda vez participou da organização do evento, a Bienal cumpriu o seu papel. “A presença de grandes nomes do cenário nacional nas mais variadas formas de expressão mostra que Campos já faz parte do calendário nacional e tende a crescer ainda mais nas próximas edições”.
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