Notícia no detalhe
Bienal debate culinária e vinhos com chef e colunista
Além de bons livros, tem atrações para todos os gostos na 7ª Bienal do Livro de Campos. Na noite desta segunda-feira (25), a palestra seguida de bate papo no Café e Botequim Literário da Bienal foi com o chef Pedro de Artagão, chef revelação do ano, dono de um dos restaurantes mais premiados e badalados do Rio de Janeiro. O papo foi incrementado pela participação do jornalista Rodolfo Garcia, respeitado crítico de gastronomia e articulista sobre culinária, desde 1985, dono de trabalhos publicados em revistas especializadas no ramo, inclusive na Veja.
A palestra, seguida do bate-papo, foi mediada pelo jornalista Carlos Cunha e proporcionou um ambiente gostoso durante as dicas de como preparar pratos simples, mas saborosos, com ingredientes comuns e sofisticados. Carlos Cunha cuidou de deixar Pedro de Artagão e Rodolfo Garcia à vontade na mesa redonda, para que a plateia também se sentisse à vontade e o expediente utilizado pelo jornalista proporcionou um ambiente intimista.
Artagão ensinou parte do seu segredo. “A base de tudo (do tempero, da textura, do sabor) é água e cebola. A grande sacada é o que as combinações (ingredientes e temperos) que resultam na boa comida não são pretensiosas”, advertiu o chef, que teve seu restaurante aos 23 anos, quando empregou 60 cozinheiros, com o diferencial que foi o único a funcionar no Museu de Arte Moderna.
Mote na culinária – De acordo com o chef, “o mote na culinária hoje é: quanto mais local, mais globalizado prato é”. Na mediação, Carlos Cunha provocou suspense e curiosidade quando pediu para Pedro de Artagão falar para a seleta plateia sobre a canja de galinha. “Muitos pratos que fazem sucesso no meu restaurante são releituras de receitas simples, que todos conhecem. Vou falar do frango de Cingapura, um prato conhecido, com ingrediente simples, mas que foi transformado num prato requintado.
Cozi os pedaços do frango com capim limão e gengibre e depois foi só dourar, para melhorar a aparência do prato. Os chineses e cingapurenses usam muito a pele com o gengibre e inventei à moda brasileira, com aroma do gengibre e do capim limão incorporado à carne”, ensinou Artagão, que ainda respondeu perguntas ao lado de Rodolfo Garcia sobre a composição dos pratos com vinhos.
“O Nordeste e Norte do Brasil são riquíssimos em temperos sabores. A cozinha moderna sofreu grandes excessos, mas agora está sendo feito um retorno. O vinho é usado em larga escala na cozinha brasileira e na chinesa, por exemplo, mas não é qualquer vinho que pode ser usado como ingrediente na cozinha”, advertiu Rodrigo Garcia.
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